Volta ao mundo em 80 dias

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Por acaso fui na banca e vi uma coleção de relógios de bolso históricos, o primeiro era do Otto Bismarck e não me interessou, mas quando vi o segundo com as iniciais JV eu tive que comprar.

Júlio Verne é um escritor francês de ficção-científica, li alguns livros dele quando criança como “20.000 léguas submarinas” e, claro, “Volta ao mundo em 80 dias”.

Apesar de “20.000 léguas” ser o meu preferido, “Volta ao mundo” me influenciou demais. O personagem principal é Phileas Fogg, um inglês-perfeito do século XIX; metódico, calculista e frio, características de vilão, mas é um mocinho.

Nem lembro de detalhes da história, mas tem uma curiosidade que eu nunca esqueci, Fogg sabia quantos passos ele dava da sua casa até o Clube Reformador que frequentava; e isso é algo que é muito minha cara, apesar de nunca ter contado passos à lugar nenhum. Percebo que isso só é a minha cara hoje, porque foi algo que li quando pequeno.

Além disso, eu gosto de relógios de bolso. Já tive um quando tinha uns 8 anos, não sei ao certo se foi quando li esse livro (que é muito provável), mas era incomum uma criança do século XXI com um relógio de bolso.

O que eu mais gostei é que esse relógio além de ter as iniciais JV é um modelo do Fogg, que usa o tempo todo pra não perder a hora ao redor do mundo e concluir a volta nos 80 dias. É o único dessa coleção que tem contador de segundos, que representa a pontualidade britânica.

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